Portais Corporativos de Inovação Aberta: Parte Ativa de uma Estratégia de Inovação Aberta

Como parte do movimento de Inovação Aberta, muitas empresas agora solicitam ativamente soluções técnicas, ideias de produto e negócio de inovadores, clientes, fornecedores e o mercado mais amplo de fornecedores de tecnologia. Algumas empresas começaram a utilizar programas de submissão de inovação estruturados, normalmente implementados através de seus websites corporativos. Este artigo, o primeiro de uma série de duas partes, ajuda as empresas a entender Portais Colaborativos vs Diretos, e a importância de anti-contaminação-IP e filtragem eficiente na escolha dos melhores portais de inovação para as suas situações específicas.


Jovem inventor inventa ferramenta técnica para grande empresa” – esta é uma notícia para a qual todos nós reagimos. O pequeno salva a grande empresa com uma grande ideia. Essa foi a história relatada em um artigo de negócio recente no New York Times (22 de fevereiro de 2014), conto de Mark King, um jovem de 21 anos de idade, que abandonara a faculdade comunitária, e respondeu a uma chamada de ideias em um website patrocinado pela General Mills. King respondeu a um problema de tecnologia publicado no website da empresa e inventou um analisador organolético – uma forma de medir a textura de barras de cereal. A história de King é uma boa leitura, mas estamos interessados ​​no lado corporativo dessa história – por que e como empresas como a General Mills decidiram utilizar um programa de submissão de ideias.

Uma armada de prestadores de serviços surgiu para ajudar as empresas a projetar e implementar portais de inovação.

Várias empresas – Unilever, General Mills, Shell, DSM, Mars, GSK, Kraft, Crown Holdings, para citar apenas alguns – fizeram de programas estruturados de submissão de solução ou inovação uma parte funcional de sua prática de Inovação Aberta. Outras empresas B2B e B2C estão agora prestando atenção, tentando decidir se movem nessa direção, também.

 

Figura 1: General Mills solicita novas ideias de produto e negócio, através do seu portal online

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Em resposta, uma armada de prestadores de serviços surgiu para ajudar empresas a projetar e colocar esse plano de portal inovação em ação. Como esses programas ainda são relativamente novos, pode ser um desafio saber por onde começar.

yet2.com é um fornecedor de serviços no mercado de Inovação Aberta desde 1999; entre avaliação de tecnologia e outros serviços de propriedade intelectual, fornecemos Programas de Portais de Inovação Aberta customizados para clientes corporativos. Estamos felizes em ter a oportunidade de sugerir como as empresas podem navegar em direção a um programa de submissão de ideias eficaz, que será uma parte útil de desenvolvimento de produtos em um programa ativo de Inovação Aberta.

Portais de Inovação Colaborativos vs. Diretos

As corporações estão usando atualmente diferentes modelos de implementação para realizar seus objetivos de submissão de inovação. A maioria dos programas estruturados, como o da Unilever, por exemplo, assumem a forma de um micro-site dedicado ligado ao website corporativo – chamados de “portais de inovação.” Algumas empresas limitam seus portais simplesmente a incentivar e coletar ideias conforme elas chegam. Outras empresas também listam suas necessidades tecnológicas atuais, para incentivar as respostas a esses desafios técnicos específicos. Ambas Unilever e General Mills, por exemplo, incluem os seus próprios desafios técnicos. Foi a um dos desafios postados no programa G-Win da General Mills que Mark King respondeu.

Figura 2: Unilever publica desafios técnicos específicos em seu portal de submissões

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Algumas das variações em programas de submissão de inovação incluem os modelos de crowdsourcing e co-criação, termos que expandiremos em seguida.

yet2.com divide o mercado de submissão de inovação em dois: portais de inovação Colaborativos vs. Diretos.

yet2.com divide o mercado de submissão de inovação em dois: portais de inovação Colaborativos vs. Diretos. Os vários modelos em voga atualmente classificam-se nestes dois grandes modelos. Decidir se a implementação de um portal direto ou colaborativo é melhor depende da adequação cultural, bem como das metas de propriedade intelectual de qualquer empresa específica.

 

Portais de inovação colaborativos são websites em que as ideias dos fornecedores podem ser vistas por todos – para comentários, construção de ideia e geração de buzz. Portais colaborativos pode ser uma excelente ferramenta para engajar e criar uma conversa com os clientes, inovadores e a cadeia de suprimentos da empresa. Eles também podem ser usados ​​para ajudar uma empresa a acessar tendências dos clientes – por exemplo, pedir à multidão de clientes (“crowd”) que cor ou sabores são os mais populares, e/ou reunir ou testar variações de ideias para produtos existentes (“crowdsourcing”). Em outra variação, websites colaborativos podem ser deliberadamente desenhados para capacitar os participantes a construir sobre as ideias de outros, no espírito de uma equipe virtual (co-criação). Empresas que utilizam modelos crowdsourcing e co-criação, por vezes, oferecem recompensas ou prêmios para as melhores ideias de soluções para problemas específicos.

Portais de inovação diretos, por outro lado, são aqueles em que as soluções ou ideias técnicas são submetidas diretamente – ninguém vê uma determinada submissão, exceto a própria empresa (e/ou o seu agente de serviço terceirizado para a gestão de portal). Esta é a maneira em que Mark King apresentou sua ideia para a General Mills. Muitas outras empresas escolhem portais diretos, incluindo Mars, Unilever, AB-Inbev, e GSK.

Para saber mais sobre os portais corporativos de inovação e como criar um portal para a sua empresa, leia o artigo completo, que oferece uma rubrica para pensar sobre que tipo de portal é o mais adequado; perguntas a fazer para ajudar no processo de avaliação para a sua empresa; exemplos específicos de implementações de empresas; e um conjunto de ideias obtidas em 12 anos de experiências em projetar e administrar portais para clientes.

Por: Emma Hughes | Tradução por: Filipe Costa

Sobre o Autor

Emma Hughes, VP e Diretora, Europa, yet2.com. Ela está com yet2 desde 2000 e administra a região da Europa, gerando novos negócios e projetos de exploração/aquisição de licenciamento de tecnologia e inovação para muitas empresas Global 1000 e PMEs em toda a Europa. Emma trabalhou em projetos de consultoria de PI, em áreas de biomédicas, ciências de materiais e produtos de consumo. O trabalho incluiu a identificação e avaliação de tecnologia e de necessidades de tecnologia, desenvolvimento de estratégia de marketing e, além disso, gerar e facilitar conexões entre indústrias/regiões para atividades de negócio de licenciamento. Desde que se formou com BA Honours no campo da saúde, Emma ganhou mais de 15 anos de experiência em gestão e negócios, trabalhando em desenvolvimento de negócios, marketing, operações e posições de gestão de contratos. Emma utiliza sua experiência em transferência de tecnologia e rede europeia para dirigir aquisição e exploração de tecnologia para os clientes globais da yet2, facilitando o desenvolvimento de negócios por meio de transferência de tecnologia.

Sobre Yet2.com

 

yet2.com fornece soluções de Portal Corporativo de Inovação Aberta para clientes F100 como parte de sua gama mais ampla de serviços de Inovação Aberta para uma base internacional de clientes corporativos. Para conhecer melhor os serviços yet2.com, visite nosso website, ou contate-nos europe@yet2.com e ficaremos felizes em enviar informações ou agendar uma conversa.

yet2.com: Traz Intelecto e Experiência para Prática de Inovação Aberta

yet2.com ajuda clientes a colocar Inovação Aberta em ação; fornecendo busca de especialistas em tecnologia, comercialização e serviços relacionados a inovação aberta para expandir P&D corporativo e oportunidades de desenvolvimento de negócios. Servindo empresas interessadas em práticas de inovação aberta, yet2.com se orgulha de suas relações profundas com clientes, proporcionando oportunidades personalizadas de fluxo de negócio e ajuda a transferência de tecnologia nas áreas de busca e monetização de tecnologia, gestão de portal de Inovação Aberta e compra de patentes.

yet2.com identifica soluções de tecnologia inovadora e prontas de empresas de todo o mundo, trabalhando fora dos escritórios yet2.com na América, Europa e Ásia e utilizando sua ampla rede global de afiliados. Esta rede baseada em relacionamento, incluindo pequenas e grandes empresas, investidores, incubadoras, instituições de pesquisa e corretores de tecnologia, combinada com o mercado online de tecnologia com 140.000 usuários registrados, fornece amplitude e profundidade para fornecimento e validação de tecnologias, permitindo a yet2.com trazer soluções personalizadas e produtivas para os clientes.

Uma vez identificados, yet2.com agiliza as relações com fornecedores de soluções para integração de solução às equipes de desenvolvimento de produto, melhorando ROI em P&D e atividades de inovação aberta de clientes.

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